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Dormir com o cabelo molhado pode danificar os fios

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Quem nunca chegou em casa, tomou banho e acabou indo dormir com o cabelo molhado devido ao cansaço e correria do dia a dia? Pois saiba que a conta por este comportamento pode ser alta para os seus fios e os prejuízos também podem ser para o couro cabeludo, incluindo caspa, dermatite e infecções fúngicas.  

De acordo com a tricologista Cristal Bastos, a melhor recomendação é deixar os fios secarem naturalmente por ser a forma mais saudável, porém, nem sempre é possível, e, nesse caso, o uso do secador torna-se necessário. “Uma boa sugestão é utilizar um leave-in com proteção térmica antes de iniciar a secagem e também manter o aparelho a uma distância mínima de 20 centímetros do couro cabeludo e evitar usar a temperatura máxima do secador, pois o calor excessivo é prejudicial. Mas, antes de tudo isso, é interessante retirar o excesso de água com a toalha, sem esfregar, só ‘apertando’ para não gerar atrito que causa enfraquecimento dos fios e contribui para sua quebra a longo prazo”, orienta. A elasticidade – que é uma propriedade que corresponde à capacidade do cabelo de sofrer uma tração sem se partir – é reduzida em cerca de 30% quando os cabelos estão molhados e, por isso, não se deve prender os cabelos úmidos. 

Outra dica interessante é utilizar fronhas de cetim, que atrita menos com os fios. Além de prevenir a quebra, melhora muito o frizz. “Os fios se embolam pelo atrito com o travesseiro e, quando estão úmidos, podem se partir com mais facilidade. O prejuízo também alcança o couro cabeludo úmido, já que os fungos adoram esse tipo de ambiente. Portanto, dormir com os cabelos molhados favorece infecção fúngica e danifica os fios da raiz às pontas”, explica. 

A umidade do couro cabeludo, especialmente quando dormimos (o couro cabeludo fica úmido por um longo período) favorece a proliferação de fungos e pode desencadear a dermatite seborreica nas pessoas que já tem alguma pre-disposição para desenvolver este problema e que pode ir desde um caso mais leve até outros mais graves, acarretando queda de cabelos. “Isso se deve ao fato de a umidade no couro cabeludo favorecer a alteração do microbioma da pele na região e causar um desequilíbrio entre os tipos de fungos e bactérias. Por isso, ocorre a descamação, vermelhidão e coceira no couro cabeludo”, diz. 

Junto com a dermatite seborreica, a queda de cabelos pode ficar ainda mais acentuada, além dos fios ficarem mais oleosos com o tempo. 

 

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Maria Cardoso

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