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Casais enfrentam desafios no relacionamento com a pandemia

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Terapeuta fala sobre as dificuldades da convivência

A convivência diária imposta pelo confinamento como medida preventiva do novo coronavírus trouxe desafios nos relacionamentos. O número de casos de separação entre maio e junho chegou a subir mais de 24% em todo o país, segundo dados do Colégio Notarial do Brasil, que representa os tabeliães que atuam em cartórios.

A incerteza do cenário impactou na tomada de decisão e mudança na vida quanto aos relacionamentos interpessoais. “É preciso compreender que situações extremas muitas vezes desencadeiam mudanças, pois muitos precisam chegar a um extremo para tomar a decisão de mudar. E a pandemia foi um extremo. Isso pode ter sido o gatilho para a tomada de decisões nesse período, feita pelas pessoas, em várias áreas da vida”, diz a terapeuta, especialista em infraestrutura emocional e realinhamento espírito-mente-corpo Renata Costanzo.

A rotina diária, 24 horas por dia, e a privação do convívio com outras pessoas têm afetado os relacionamentos. E as pequenas ocorrências, em que situações como a toalha em cima da cama, o acúmulo de louça suja, a tampa do vaso levantada, acabam ganhando uma proporção maior, e podem trazer à tona problemas mal resolvidos.

“Quando um relacionamento não está bem para um, também não está bem para o outro. E como o diálogo tem se tornado cada vez menor e as expectativas cada vez maiores, os casais muitas vezes deixam de se conhecer. Quando cada um deixa de notar que mudou e de ver isso como parte de sua evolução, não consegue olhar para o outro também como alguém novo”, pondera a terapeuta e especialista em infraestrutura emocional.

As situações do dia a dia, segundo Renata, devem ser observadas sem julgamentos. É ficar atento a sua própria reação e aprender a lidar com os problemas como oportunidade de aprendizados.

O exercício diário da auto-observação também pode ser um aliado. “É fundamental entender que a pessoa só lida com o parceiro quando resolve primeiro lidar com ela mesma. No momento de convivência, tudo fica maior e as insatisfações consigo mesmo acabam fazendo ressonância em quem está perto. Mas tem casais que usam isso para resolverem suas questões e acabam recomeçando”, destaca a terapeuta Renata Costanzo.

Renata lembra que quando as pessoas escolhem primeiro olhar para o que as incomoda para depois tomar decisões, elas têm a oportunidade de ficarem bem, dentro ou fora do relacionamento. “Então, mesmo que a decisão seja a separação, ela acontecerá naturalmente. E se o que une o casal prevalecer em meio às mudanças, isso irá se fortalecer no processo e permitir que o relacionamento cresça junto. O relacionamento é bom quando é bom para os dois. E se alguém estiver extremamente insatisfeito não vai conseguir ter bom relacionamento com ninguém, porque consigo mesmo já não está indo bem”, alerta.

Renata Costanzo

É terapeuta, especialista em infraestrutura emocional e realinhamento espírito-mente-corpo. Natural de Vitória, teve uma formação multidisciplinar atuando em diversas áreas como Turismo, Marketing, Administração e Gestão, até reconhecer sua vocação.

Na busca do autoconhecimento, investiu em cursos de terapias holísticas, integrativas e psicanálise, e a partir de suas vivências e descobertas, idealizou a Reinsight Autoconhecimento e Terapias, integrando técnicas como Realinhamento Espírito-Mente-Corpo, Insight pelo Tarot, Barras de Access® e o Sistema de Cura Multidimensional. Assim Renata vem auxiliando as pessoas em suas próprias jornadas de autoconhecimento e auto cura.

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