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A Inclusão Social em que o Bolsa Família assiste a milhões de famílias vulneráveis no Brasil e o Seguro Desemprego que atende também a milhões de desempregados, precisa passar por uma reformulação urgente de integração para  aumentar a geração de empregos no país.

Para aumentar a geração de empregos, o primeiro deveria utilizar os recursos já existentes do Programa Acessuas Trabalho do próprio Ministério do Desenvolvimento Social, para preparação das pessoas do Bolsa Família na orientação vocacional e de habilidades ao mundo do trabalho. Assim um aluno com habilidades em gastronomia por exemplo, estaria apto a fazer os cursos do Sistema S ou Pronatec/MEC de Salgadeiro, Doceiro, Padeiro, Cozinheiro entre outros.

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Os cursos já são base do Sistema S e Pronatec do Ministério da Educação com grande capilaridade em em todo o país.

Caberia ao Ministério do Trabalho a intermediação da mão de obra para os diplomados e ao Sebrae orientação ao empreededorismo, onde o Microcrédito (recursos do FAT/BNDS e do compulsório) seria priorizado para estes.

Acontece que por burocracia e perda de foco, os Sine‘s só existem em poucos municípios e faz além da Intermediação da mão de obra (IMO), o Seguro Desemprego e a Carteira de Trabalho. Com a desburocratização dos Sine’s, cada município terá a intermediação de sua mão de obra, onde a Carteira de trabalho passa a ser digital e o Seguro Desemprego volta para a gestão CEF.

Assim teremos o maior programa de Inclusão Social e Produtiva, onde os Ministérios do Trabalho, Desenvolvimento Social, Educação somados ao Sistema S e ao microcrédito, poderão disponibilizar ao mercado de trabalho a tão solicitada mão de obra qualificada pelos empresários do emprego formal e pelo empreendedorismo.

Esta Integração Produtiva, além de gerar renda, também gerará economia de recursos, condicionando ao cidadão quando solicitar o seguro-desemprego ou o Bolsa Família que fosse encaminhado para o Acessuas e na sequência aos cursos profissionalizantes, onde com certeza terá melhores condições de empregabilidade.


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Ary Bastos

  • Presidente do Sindimóveis-ES
  • Conselheiro Efetivo do CRECI-ES
  • Vice Presidente da FENACI
  • Presidente do Conselho Estadual do Trabalho e Subsecretário do Trabalho do estado.

 

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